Para entender e não se perder.

Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.

Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Esposa sou, Puta porque não. Objeto nunca.

Os nossos dias são tão corridos, estressantes, de poucas palavras e das que se dizem, bem objetivas. Tudo que fazemos é para o bem estar da casa e das nossas coisas, mas nunca para nosso coração. Estive pensando esses dias que tem sido dias dificieis por não saber ser uma boa pessoa nas minimas coisas. Ai se inicia a batalha dentro de mim, em busca do melhor, em busca de ser no minimo "bacana".
Passamos o dia sem falar com o outro e o nosso primeiro contato por telefone as 17h é pura estupidez e grosseria. Sei que estou lhe pondo numa situação que não lhe perterce, ao contrario, pertence a minha familia, mas eu estou nessa...enfim, perdemos nossa privacidade, perdemos nossas poucas conversas e o sexo, a esse se perdeu mais ainda. No entanto tenho suportado e tentando equilibrar é que vou vivendo, certa que tudo isso vai passar.
Daí quando penso que a noite vai chegar e vou descansar e falar sobre meu dia e ouvir você, pergunto: O que há. Sua resposta: ninguém "trepa" nessa casa mais...
Sem palavras sigo, em lagrimas fico e me pergunto, ah, eu realmente sou necessaria, não pra ser esposa, mas puta.
Sirvo, para lavar, cozinhar, mediar, ser boa nora (q minha sogra não merece), ser boa filha, ser bela estudante, profissional e a noite quando vou deitar, uma puta pra servir e dane-se meus problemas. Aliás a mulher deve servir ao homem? não.
Por isso ficar on line nas madrudagas tem sido mais interessante. Porque sexo é sempre muito bem vindo e com sacanagem é bom. Portanto, lembrar que ali está um ser humano é bom.
Nem só de momentos eu vivo, por mais pratica que eu seja, preciso de alguém pra falar, abraçar e dizer: Aline, vai dá tudo certo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Público em que?

O serviço público deixa de ser ´público, desde do momento que torna-se privado as decisões e más escolhas, as más indicações. Esse tal público, é mera farsa, pois onde o público deveria ser excelência, torna-se mediocridade em decisões tomadas por outros que pouco tem acesso a "ponta" da corda que já está se rompendo.
O interesse "público" é privado, reservado e pouco interessante ao verdadeiro publico que somos nós. Alías que tipo de participação temos? Que especie de exercicio de cidadania expressamos? O Voto? Ah, esse sim, muito interessa. Mas por um pouco periodo, para que o interesse publico seja cumprido...
(...) Que possamos repensar, pensar que o DIREITO é DEVER, não favor, não "ajuda". O exercicio do trabalho publico se torna real, quando é de fato publico, transparente e de fato para o bem comum. E não de "alguns".
Penso que muitos estão rondando como urubus, os futuros candidatos, vendendo até sua alma, pensando em ocupar algum cargo e de "confiança", ah, não é por ai. Não mesmo. Que aqueles que são bajulados possam abrir os seus olhos, perceber que existe uma base ideologica, algo que temos que defender.. (pelo menos penso eu que há).
E que as decisões venham, mas que venham com os pés no chão e com o olhar firme de que quando se há boa vontade, há esperança em mudar, mas quando só há interesse proprio. Logo cairá...
Não vendo minha alma, não venda a sua!