Para entender e não se perder.
Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Rápido demais.
Penso que o homem já é. Não será.
Penso que ele é. Não muda.
Penso que tem disposição. Mas não chega lá.
Penso que tem motivações. Mas tem as circunstâncias.
Penso que tem amigos. Mas são os colegas que o- fazem rir.
Penso que tem amores. Mas são as paixões que cegam.
Penso que tem a razão. Mas a emoção que diz.
Penso que tem eu, tem você. Mas de nada vale se não for aquele.
Penso que tem "isso" e "aquilo". Mas prefere o sei lá.
Eu penso que tudo passa. E sempre passará!
Nisso penso e sei que vivo. Tudo passará. Não há duvidas no seu passar.
Aline Matos.
Pensando nos ciclos e o quanto forçamos o seu terminar.
domingo, 13 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Entre o meu falar e o teu silêncio.
As minhas palavras falam o que minha alma quer dizer,
Enquanto falo sou condenada, sem o direito a defesa, sou condenada.
As minhas lágrimas caem, nessa noite fria, sem o calor teu, sofro teu silêncio.
Antes era doce, mansidão, brisa. Hoje é tempestade. Isso não funcionará.
Eu que sou tempestade, como poderei viver sem sua brisa?
O seu silêncio me mata aos poucos, que antes só me feria, hoje causa mais dor, me afasta também e me faz desacreditar no novo, me causa desespero seu silêncio, seu olhar me diz: fora daqui!
O meu falar me condena e me entrega a solidão, solidão essa que escolhi. Sozinhos estamos até o dia que quisermos!
O meu falar me entrega a minha própria condenação... minhas lagrimas caem e não há que as-enxugue.
O meu falar é a culpa, o erro, o peso.
O meu falar mais uma vez dita as regras - quanta condenação em minha alma!
O meu falar te afasta do meu amor, ah! meu grande e único amor.
Sei que perderei esse amor, um dia ele não mais existirá, passará! Eu escolho o meu falar!
O meu falar é o que sou, o que tenho, minha verdade, minha essencia, não posso mudar, não seria leal comigo.
Seguirei o meu falar, falo porque ainda acredito, no dia que eu calar, deixei de amar e de ser o que sou, morrer em silêncio não é minha escolha. Morrerei no grito!
Minhas palavras causam: proximidade ou distancia, porém causam. O silêncio não há em mim. O que existe é o que sou, um grito, uma fala, por amo demais quem tanto odeia o que faz de mim o que sou... as palavras. Se é o que falo ou como falo, não importa... porque o que serve a quem me acusa é qualquer tom, qualquer fala...
Escolho a mim mesma, falo...falo... amo ao meu modo, no meu modo de falar e sentir a vida, mas amo! Porém de nada me serve a vida com seu silêncio, somos a distancia, somos abismo, somos a fala e o silêncio que expressa amores e dores....
Eu escolho o meu falar. No dia do meu silêncio, podem ter certeza que uma parte de mim se foi, não haverá mais vida.
Malditos homens.
O silêncio que chega,
Os olhos que evitam,
A fala que teme. Assim me sinto diante de tantas farsas.
Somos um grande circo? Que ofensa aos artistas! Não! Somos produtos, objetos, somos tão descartáveis.
Servimos de que? Nos parece que não servimos!
O silêncio. Os olhos. A fala.
A inquietude, a ansiedade.
Assim me sinto. Longe de tudo, perto de todos.
O que virá?
Que caminho?
Não temos as respostas para o dia mau, mas temos a resposta para uma vida inteira. A de afirmar sem medo alguns, que somos malditos, falsos, interesseiros, traiçoeiros, por isso descartáveis
O homem e sua maldade que não tem fim. O homem e seu poder que lhe tira a paz, mas lhe dá "fieis" amigos, lhe dá o conforto de ordenar! O homem e sua vã ideia que PODE TUDO. Quão miserável e malditos és! O bem não se faz, porque se escolhe o caminho do poder, de escolher e de lançar fora o produto já usado. O que somos? Malditos homens!!!
Quando se escolheu, não se pensou. Só se pagou o favor. A troca! Isso que somos e fazemos, trocamos favores, trocamos interesses! Malditos homens!
E nessa inquietude, vou seguindo. No silêncio percebo o grito da alma.
Posso dizer: Não merecemos essa miséria, essa maldição: a de perceber por um fio, dependente de meros homens incapazes, miseráveis e malditos, onde defendem os seus malditos interesses.
A maldade humana não tem limites!
Assinar:
Comentários (Atom)



