Talvez eu não possa imaginar onde isso vai dar.
Talvez a minha quietude, lhe pertube.
Talvez?!
Talvez, não.
Já que pouco tenho feito você agir.
Não sei se chego, ou vou de vez.
Não sei se olho, ou finjo durmir.
Ah, eu não sou dessas que "tira de letra" a infelicidade.
Não mesmo. Sou dessas, que incomodo, fico inquieta, choro pelos cantos, depois olho-me no espelho. Penso, amanha como estarei? Mas se alguém me perguntar, direi, chorei por um amor, pouco respondido.
Chorei, pelo silencio. Chorei. Por não suportar sua ausencia, mesmo estando aqui. Chorei.
Não negarei. Direi ao mundo, porque chorei.
É assim que sou. Inquieta com os sentimentos e chorosa com esse mau amor.
Hoje, se for chorar, falarei antes. Porque não sou do silêncio. Sou do falar.
Para entender e não se perder.
Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Acostume -se ou vá embora.
Estive pronta e apaixonada, você não sentiu.
Estive amando e suspitarando, você nem..
Estive linda e disponivel, você não viu.
Estive magra e sexy, você não olhou.
Estive alegre e ria de suas piadas, você não valorizou.
Estive no horario e local marcado, você não foi.
Estive te olhando, você ao menos viu eu passar.
Guardei para mim, todos esses sentimentos e sentindos.
Ai, você me perguntou, porque não lhe perguntava sobre minha beleza, meu sorriso, minha atenção.
Respondi: Percebi que tudo que tinha feito para você era em vão. Daí passei a existir para mim. Brilhei mais, você? Apagou-se.
Hoje, estou aqui, pronta e apaixonada. Por mim.
Linda e cheirosa, Para mim.
Magra ou gorda? Mais para mim.
Me olhando e dizendo, Posso sempre mais.
Assumindo que suas piadas eram idiotas. Rio de você.
Sorrindo para a vida e para mim. Entendendo que a partir do momento que você toma o meu lugar, perco, deixo de ser eu.
Então para o bem do nosso amor. Amo antes que você.
Amo mais a mim.
Desculpe o egoísmo.
Mas viver para seu amor, me diminue, e isso não posso suportar.
domingo, 9 de outubro de 2011
Diferente ou Indiferente.
Porque as reflexoes não me chegam com a alegria?
Porque essa tal meditação não vem em tempos bons?
Porque essa inquietação não chega quando estou quieta, como bons pensamentos?
Alguns assuntos me ferem (ainda) alguns machucam (aos poucos).
Mas tem uns que me atigem, pareço balançar e quando me dou conta, estou no chão.
Não vejo mão alguma para me erguer, me ajudar. Que triste não? Ter pessoas não siginifica tê-las por inteiro...
Enfim, essas dores são como feridas abertas, que parecem não sarar, parecem cobrar atenção.
Eu não posso sozinha, não tenho as respostas. O que tenho agora são lagrimas e como elas tantas perguntas. Com elas um mundo de inquietações.
Devem se perguntar: Que alma pertubada.
Não, é menos que isso. Mas fere com a mesma intesidade.
Antes sofria com a diferença entre eu e alguns, hoje sofro com a indifereça de quase todos, especialmente quem diz estar ao meu lado.
Antes era comparada a outros, vista como aaa diferente. Hoje, de fato sou diferente, mas não sou indiferente aos outros.
Posso até saber conviver e sobreviver a muitas dores, mas tenho algo que é como espinha em carne. A indiferença.
Dessa não passarei. Mas sei, que o tempo me dará boa resposta. E ai, não irei oferecer-te. E sim, impor.
Porque essa tal meditação não vem em tempos bons?
Porque essa inquietação não chega quando estou quieta, como bons pensamentos?
Alguns assuntos me ferem (ainda) alguns machucam (aos poucos).
Mas tem uns que me atigem, pareço balançar e quando me dou conta, estou no chão.
Não vejo mão alguma para me erguer, me ajudar. Que triste não? Ter pessoas não siginifica tê-las por inteiro...
Enfim, essas dores são como feridas abertas, que parecem não sarar, parecem cobrar atenção.
Eu não posso sozinha, não tenho as respostas. O que tenho agora são lagrimas e como elas tantas perguntas. Com elas um mundo de inquietações.
Devem se perguntar: Que alma pertubada.
Não, é menos que isso. Mas fere com a mesma intesidade.
Antes sofria com a diferença entre eu e alguns, hoje sofro com a indifereça de quase todos, especialmente quem diz estar ao meu lado.
Antes era comparada a outros, vista como aaa diferente. Hoje, de fato sou diferente, mas não sou indiferente aos outros.
Posso até saber conviver e sobreviver a muitas dores, mas tenho algo que é como espinha em carne. A indiferença.
Dessa não passarei. Mas sei, que o tempo me dará boa resposta. E ai, não irei oferecer-te. E sim, impor.
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