Para entender e não se perder.

Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.

Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O meu eu e o seu(s)...

Dizer que não me importo, é mentira. (Acredito que todos se importam).
Dizer que sou indiferente;  é o mesmo que  dizer:  quero notícias, quero saber.
Vivo esses dias nesse impasse, nessa dúvida de defender o que sou, mas na luta de dizer o que não quero.
Minha voz, meu andar, meu falar, meu olhar, estou quente, estou fria.. estou aqui. Se me importo? Digo que não! Mas faço.. falo, grito.. ando..
É no silêncio e na calmaria, que percebo o quanto me importo, o quanto dou atenção ao que falam.
O fato de não "ligar" não quer dizer que minha dureza, não diga o contrário. Me diz, que me importo com o que falam. Ah! Que droga. Assim eu penso: Que droga, eu ligo, me importo! Não deveria. Que mente cruel comigo mesma..
E nesse turbihão de pensamentos, nessa tarde, sem café.. e no cansaço da minha alma e corpo é que percebo o quanto eu ligo.. o quanto me importo com o que falam.
Portanto, minha dureza, me faz seguir, seguir em frente, não olhando para o que falam. Mas, refletindo sobre..
Consegue entender? Eu não ligo, mas me importo, porque quando viro as costas, a mente me diz: Está certo? Está errado? Como deveria agir de verdade? Mudo? Mudarei, sim, assim, farei.. não por eles, elas.. mas por mim. Sim..por mim sim.
E nesse meu mundo, vou vivendo, sem entender das minhas ações.. justificativas eu tenho e muitas. Mas meu corpo diz o contrário.. minha fala, grita, meu corpo treme.. porque não entendo, isso é a grande questão, não tenho respostas, dessa vez, não.
Os seus.. eles, elas.. falam, falam de mim, o que falam? Será mesmo que quero saber? Melhor não.. talvez eu não tenha tanta importancia assim.. talvez já o que falam, não seja mais o eu.. e sim o seu.. o seu, ver.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Um encanto...


Um dia, triste dia, sonhei assim.. que no momento de dor, desejava o alívio.
No sonho, caminhava, em meio a dor e lagrimas, caminhava, contava os segundos pra encontrar o alívio. Alguém que pudesse ouvir minha voz, alguém que pudesse enxugar minhas lágrimas, alguém, simplismente alguém. Corri depressa, querendo encontrar.
E na minha solidão, te encontrei. Você não apareceu, eu o-procurei. Encanto, encantador, onde está você?
Encontrei. O alívio, o alguém.
Me ouviu. Me encontrou. Enxugou minhas lagrimas. Encanto, encanto meu. Me deu o sorriso. Me ofereceu risos. Simplicidade. Presença. Encanto!
Os dias foram passando, a dor foi sendo esquecida. Já eu, bem acolhida, já não chorava mais, minha imaginação, buscava refúgio no meu encanto. Sonhos, encantos, surreal. Tudo imaginação! Mas bom era imaginar, sonhar, viver tal encanto.
Enquanto minha alma se enganava com o encanto, as noites foram passando, minha dor voltando e meu encanto, se encantou por outro alguém. Foi-se. Encanto, encanto meu, onde está agora?
De repente minha razão aflorou. Eu acordei. Sim, era sonho, lembra? E disse-me a razão: Porque pensar em encantos? Porque se refugiar na imaginção, nessa tão pobre ilusão? Pensa não. Vive a razão. A dura e fria razão...que opção tenho, a não ser seguir a razão...
Ah, encanto, por mais lindo que tenhas sido em meus sonhos, pura ilusão!
Por um momento de dor e lagrimas, tive a imaginação de ser possivél o encanto durar.
Mas se foi.. a vida mais uma vez, me mostra que imaginação só serve pra quem tem tempo.. dores para quem dá importancia.. e encantos são encantos.. são criados em nossa mente para nos fazer ficar longe dessa tão dura realidade, portanto se vão. Vão embora, aliás, são só encantos.
Que venha a vida, com toda a sua dureza de realidade, prefiro assim, do que o engano e o doloroso encanto.

domingo, 6 de maio de 2012

Minha resistência fala demais.


Eu, até então pensava que EU sou a objetiva, a que resolve, a que diz e a que desfaz. Sou mesmo do tipo mandona.. que chega e diz, faz e tem atitude..
Eu, sou daquelas que diz: Saia dessa! Amores, paixões? Hum.. não compensa. Saía!
Eu, a objetiva e prática, cheias de minhas razões e negações de mim mesma, digo: Não me prendo aos amores dessa vida, porque já chorei demais.
Eu, a decidida, digo: Vou seguir em frente, sem olhar para traz, vou indo, a vida tem muito pra me dá. Vou sem olhar pra traz. Amores? Paixões? Que nada. Sou objetiva, sou prática. Sou daquelas que não se prende aos sentimentos da vida.Tentando separar as coisas.. razão não se une com o coração.
Ah.. nas conversas da tarde com as amigas, na hora dos cafés é que falamos, dizemos e gritamos, nossa razão se aflora, somos fortes e corajosas, mas a nossa objetividade se esvaí, vai saíndo devagar, começamos a falar baixinho.. começamos a nos entregar... (Risos).
E nas tarde é que nos entregamos, gritamos, ao ouvir Marisa Monte, Jorge Vercilo, Djavan... e nossa razão? Onde está a objetividade, a praticidade, a dureza, a rigidez? Onde? Se esvai. Ela se foi.. somos sentimentos, somos entregues..
E o nosso coração grita, EU QUERO UM AMOR, quero alguém pra cuidar.
As frias e objetivas Aline's se vão..
O que eu sou? Uma capa de razões e fugas? Resistente ao amor? Belo amor, lindo no ínicio, doce ao meio e amargo no final. E de tão amargo, me tira o doce da lembrança do começo. Se vai.. fica o amargo na boca e no peito.
Onde está a Aline's que tem as respostas? Está aqui. Viva, firme e com respostas, belas até.
Não vale a pena a entrega, ao não ser que se viva de vez. Como diz minhas Alin's, se é pra ficar, fica de vez. De pouquinho não serve.
Minha objetividade está na minha subjetividade. Não sigo uma regra, ao contrário, quebro-as. Mas minhas respostas frias e rigidas estão voltando. Fechando meu coração aos sentimentos.. deixa eles ficarem na subjetividade que eu sou.
Porque na realidade, a Aline, fria, rigida, objetiva e fiel a razão, nada mais é um coração que precisa de um aconchego, um afago que não tem.
A minha objetividade só esconde minhas subjetividade...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Risos Sacanas.



Depois de um dia cheio.. pela manhã estudos incansavéis, choros e escritos... músicas que tocam a alma e me fazem voltar.. lágrimas..ah.. essa minha mente!
Meu amavél gato não entende minha dor, mas me faz companhia, adivinha? Quer minha atenção e eu dou! Enfim, a tarde, (trabalho) ah.. que tédio não ser mais tão útil, alías somos tão sibsitituivéis, pensando bem esse papo de que auto ajuda que somos insubstituivíes, é papo para tapar buracos e logo logo esses estão todos abertos e suturando dor novamente. A tardinha vêm com cara de diversão.. tudo ilusão, compro e penso nas contas a pagar, as vezes penso em você e só me dá vondade de chorar.. quero esquecer, quero superar, mas já não tenho tantas certezas. Vamos á diante! Vamos fingir está tudo bem, vamos rir, comer, comprar.. a aula já vai começar!
Boa aula, discursssões e discursos libertários, movimentações, ações, militância.. esqueço um pouco de você, alías, as lagrimas que pela manhã entristeceram meu rosto, aos poucos vêm... tento resistir em não pensar.
De repende, vejo o encanto dos meus dias.. amigos.. alegram meu coração e minha alma fica vazia... de qualquer dor, de qualquer agonia! Vejo.. falo... rio.. ah..alívio!
A noite chega e no passar do estresse vejo mais alguém.. amigos.. chego com pressa, como, visto e saio.. as pressas em busca de uma coisa só.. risadas sacanas, risadas da vida, risadas do ridiculo que somos, das coisas do ser humano.. risadas sacanas na bela companhia de Assis Lopes, meu amigo, meu amigo das risadas sacanas!

Frase do dia: "Coisa de cheiro, coisa de pela, não é dinheiro, não é beleza, é coisa de cheiro, coisa de música do Chico Buarque"  - pensamentos altos de Assis, falando dos amores... e encantos. (Assis Lopes)

Ps. ... eu quero um cheiro, que quero uma pele.. quero uma música do Chico Buarque pra viver...