Me pergunto, devo acreditar. Seus olhos dizem que sim, meu coração quieto está, não sabe. Minha razão, ah.. ela diz: Não! De que vale a vida sem os amores, as paixões, o intenso, a bobagem, a razão que te freia.. tudo isso parece divertido, as risadas, o choro, a inconstância, a oscilação. Devo temer o que? Não temerei, vou viver cada minutinho que a vida me dispõe sobre os sentimentos.
A minha raiva, tornou-se ira. Falei, grite, quebrei, mas voltei. Lembro da musica do Emilio Santiago, lesões corporais. Lembro da Betânia (...) eu tenho um jeito estúpido de amar, mas é assim que eu sei te amar.
A.. me perco nos momentos, mas feliz sou. Por vivê-los. Quero viver.
Isso causa incomodos.. causa dúvidas, causa questionamentos.. talvez o leitor pergunte, quem está ai? A casada, a solteira? Posso lhe dizer: A Aline, a que vive, sendo leal aos sentimentos, vivendo-os. Curtindo. Por que esconder? POrque se revestir de capas, quero a vida, quero o intenso dos dias. Quero essa tal liberdade. Quero a vida. Com todo seu lado ruim, mas quero. Com todos os males, que venha. Quero!
Por que quando eu estiver lá na frente, quero ter o prazer de saber, de viver e dizer: Eu vivi. As dores, as lagrimas, as fraquezas, a queda, o riso, a força e o levantar. Eu vivi.
Que venha a vida, eu quero ter prazer na presença das pessoas, eu quero a vida.
ps. Soou casada e por enquanto feliz. Não sei até quando, mas vou viver.
ps.2 Não acredito no para sempre... acredito no hoje.
Para entender e não se perder.
Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Meu momento, meu casamento, meu café..tudo meu.
Aqui estou. Sozinha, portanto acompanhada, por alguém que me toca, mas não sinto nada.
Diante das coisas da casa, meu computador, meu café, meus livros, o silêncio. Na compania de quem me faz rir, meu gato de estimação. Que sobe em mim quando se inquieta com o barulho do teclado. Pede atenção. Morde minhas maõs, tentando me impedir, ele só quer carinho e atenção. Afago!
Sinto frio. Tenho dúvidas. Quero o toque, pelo menos do telefone. Já que o fisico não tens.
O meu café está frio. Frio está meu coração. Quente só os bichos, meu gato, minha cadela que me olha e pede carinho e atenção. Ah, que carência esses bichos! Tal como a dona.
Sinto meus livros me chamarem, a prova...são tantos autores. Ouço sua voz, marido a me chamar, não vou. A resposta, é sempre a mesma, ok. Tudo bem. Tanto faz.
Prefiro os livros, os bichos, o silêncio. O café.
O que a vida me oferece? Posso? Devo? Porque tantas perguntas? Pra que? Pra que?
Gostaria de ter coragem, de ir, ouvir o amor me chamando, e ir. Tem amor ai? Minha razão diz: Tudo ilusão. É uma fase. Casamentos tem dessas coisas. Essa monotonia, esse tédio.. é como uma musica do legião urbana (...) uma febre que não passa e meu sorriso sem graça. Assim que me sinto. Como se estivesse com uma febre dentro de mim. Porque quando estou longe, não vejo graça em nada desse meu mundo de tudo.
Amor? Onde está? Longe. Longe. Quero um sim. Quero sim. Quero viver crendo no sim. Amor? Não. Não. Longe ele está.
Aqui estou, desiludida, entediada. Vou aos meus livros, vou pro meu café. Vou.. e se o amor me chamar um dia, eu vou.
Não sinto o amor. Deveria?
Diante das coisas da casa, meu computador, meu café, meus livros, o silêncio. Na compania de quem me faz rir, meu gato de estimação. Que sobe em mim quando se inquieta com o barulho do teclado. Pede atenção. Morde minhas maõs, tentando me impedir, ele só quer carinho e atenção. Afago!
Sinto frio. Tenho dúvidas. Quero o toque, pelo menos do telefone. Já que o fisico não tens.
O meu café está frio. Frio está meu coração. Quente só os bichos, meu gato, minha cadela que me olha e pede carinho e atenção. Ah, que carência esses bichos! Tal como a dona.
Sinto meus livros me chamarem, a prova...são tantos autores. Ouço sua voz, marido a me chamar, não vou. A resposta, é sempre a mesma, ok. Tudo bem. Tanto faz.
Prefiro os livros, os bichos, o silêncio. O café.
O que a vida me oferece? Posso? Devo? Porque tantas perguntas? Pra que? Pra que?
Gostaria de ter coragem, de ir, ouvir o amor me chamando, e ir. Tem amor ai? Minha razão diz: Tudo ilusão. É uma fase. Casamentos tem dessas coisas. Essa monotonia, esse tédio.. é como uma musica do legião urbana (...) uma febre que não passa e meu sorriso sem graça. Assim que me sinto. Como se estivesse com uma febre dentro de mim. Porque quando estou longe, não vejo graça em nada desse meu mundo de tudo.
Amor? Onde está? Longe. Longe. Quero um sim. Quero sim. Quero viver crendo no sim. Amor? Não. Não. Longe ele está.
Aqui estou, desiludida, entediada. Vou aos meus livros, vou pro meu café. Vou.. e se o amor me chamar um dia, eu vou.
Não sinto o amor. Deveria?
sábado, 14 de abril de 2012
Minha Fossa!
Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã se este chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu
Delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã se este chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu
Delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
domingo, 8 de abril de 2012
O meu grito de alívio.
Estive pensativa, estive triste, até calei.
Estive pelos cantos, procurei refúgio. Me neguei.
Ouvir, isso eu evitava, queria mesmo era falar.
Mas quando parei e chorei, alguém me disse: fale a verdade, não negue a verdade.
Mas, o que é a luz, para aquele que vive na escuridão. Se nunca a -viu?
O que é a agua para que não tem sede?
O que é comida para que não tem fome? Nada. Não significa nada. Simplismente nada.
A minha "verdade" é mentira para quem não sabe reconhecer.
Quando você chegou, abri minha vida, minha casa e acolhi. Mas com o uso da minha tão fria razão, vivi, sem oferecer tanta bondade. Não por maldade. Mas porque não posso oferecer nada mais daquilo que tenho e sou. Eu mesma. Com minha verdade. A razão.
A minha razão mais uma vez triunfou sobre o sentimento.
Mas alguém saiu ferido dessa história.
Porque optei pela razão.
O meu desejo? A verdade, a justiça, a mudança.
Mas de que adianta? Sempre o peso fica no erro, então não vou tentar provar nada a ninguém.
Simplismente vou viver. Sabendo que a minha verdade não muda a mentira de ninguém. Mesmo quando esse alguém se chame: Pai.
"Sou responsavel pelo que falo, mas não pelo que você entende"
Estive pelos cantos, procurei refúgio. Me neguei.
Ouvir, isso eu evitava, queria mesmo era falar.
Mas quando parei e chorei, alguém me disse: fale a verdade, não negue a verdade.
Mas, o que é a luz, para aquele que vive na escuridão. Se nunca a -viu?
O que é a agua para que não tem sede?
O que é comida para que não tem fome? Nada. Não significa nada. Simplismente nada.
A minha "verdade" é mentira para quem não sabe reconhecer.
Quando você chegou, abri minha vida, minha casa e acolhi. Mas com o uso da minha tão fria razão, vivi, sem oferecer tanta bondade. Não por maldade. Mas porque não posso oferecer nada mais daquilo que tenho e sou. Eu mesma. Com minha verdade. A razão.
A minha razão mais uma vez triunfou sobre o sentimento.
Mas alguém saiu ferido dessa história.
Porque optei pela razão.
O meu desejo? A verdade, a justiça, a mudança.
Mas de que adianta? Sempre o peso fica no erro, então não vou tentar provar nada a ninguém.
Simplismente vou viver. Sabendo que a minha verdade não muda a mentira de ninguém. Mesmo quando esse alguém se chame: Pai.
"Sou responsavel pelo que falo, mas não pelo que você entende"
sexta-feira, 6 de abril de 2012
O tempo e as Jabuticabas ( im memoriam Tio Orlando)
O tempo e as jabuticabas
'Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta
com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta
com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
O essencial faz a vida valer a pena.
Rubem Alves.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Uma bagunça de sentimentos..
Até que se entenda o amor, a busca é incasavel? Para mim, é.
Até que se entenda a raiva.. falta muita paciência.
Até que se dê as respostas pra essa tristeza, preciso de calma.
Até que se enxugue as minhas lagrimas, eu perdeirei toda as minhas forças.
Até que eu tenha a resposta pela falsidade que me atinge, eu já derramei minha ira.
A minha euforia chega e logo se esvai, a minha capinha de engraçada, eu retiro ao adentrar nas portas da realidade.
Quando o meu coração palpita mais forte por te ver, percebo que o amor me chama de volta e diz: Eu sou maduro e você? (porque coração não só palpita a mais quando é paixão, palpita pelos excessos, inclusive de ódio).
O meu olhar muda de acordo com meus sentimentos. Ora estou feliz, ora, triste, ora falando, ora quieta, ora o choro vem sem sentir, ora digo a mim mesma que tudo passará.
Ah, esse turbilhão de sentimentos!
O meu amor, sufoca meu ódio. O meu ódio só prevalecerá quando eu permitir. Então o meu olhar pode até mudar, mas o equilibrio interior que está nascendo, já me ensina muita coisa.
Estou indignada, sendo injustiçada. Que turbilhão de sentimentos!
Minha ira, deseja seu pescoço!
Meu amor, impede isso..(mas ainda penso que merece)
Enfim, vejo alguém...
(...) esse me enche de riso, outro de satisfação, tu de alegria, ele de paixão, outro de aconcehgo, você de incetivo, outro de abraço, outro de olhares de atenção, aquele de indagações, o outro de falsidade.
É nessa luta que me vejo todo o dia. Nesse turbilhão de sentimentos. Qual permitir? Qual deixar crescer e qual matar?
Na busca de "ser" melhor, um ser humano melhor, estou passando a me importar com coisas, pessoas e sentimentos que antes, só os - vivia. Hoje não, hoje reflito sobre eles e me pergunto, isso é bom?
Assinar:
Comentários (Atom)



