Para entender e não se perder.
Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
sábado, 28 de maio de 2011
Sorriso Amarelo. Não tenho, já você, tem até mascaras!
Hoje vou postar toda a minha indignação ao seu comportamento hipocrita!
Como as pessoas que não tem coragem de ser o que são- se vendem!
Pensam elas que todos são como elas.
Pensam fazer o mau e logo depois oferecer um sorriso amarelo ...
Pensam estar tudo bem!
Falar é facil, assumir o que se diz e o que se é. Ah, isso é dificil pra você, não é.
Ah, como prefiro a distancia,
Tenho convicções, que levo e carrego para a vida toda.
Ame-me ou declare seu odio.
Não finja!
Isso não.
Isso não suportarei.
Se poder tivesse, você não estaria mais aqui,
Poder não tenho. Mas algo tenho que tu não tens,
Coragem para ser o que sou. Sem fingir, sem mascaras.
Grande é o preço e a fila de inimigos que posso enfrentar.
Mas prefiro, do que vender minha alma.
Não trago flores, nem sorriso , nem abraço...
Por que não é isso que sou,
Hoje levo a ti, meu desprezo e minha descisão.
Não quero mais! Não mesmo. Porque nem os sorrisos amarelos tenho e as tuas mascaras rejeitei desde do inicio.
OBRIGADA Mae e Pai que me ensinaram que auteteidade é modo de vida. Por ser hoje o que sou. Sem medo, sem amarras.
Aline Matos - Sem medo do que virá.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Um dia a Morte (Fran)
Hoje está fazendo 1 ano que perdi um alguém. E não poderia deixar de escrever sobre.
Nessa hora daquele dia, já tinhamos ido ao velório e enterrado seu corpo.
Já tinha chorado o suficiente.
Já tinha doído tanto, aliás foram dois meses de espera por um milagre.
E foi. Sim. Claro que foi.
Porque a cada dia nossa amiga N nos trazia novas noticias, as vezes animadora, mas na maioria vagas...distantes.
Assim, não fui nenhuma vez te ver, resisti o tempo todo.
O coma, passou, você parecia melhorar milagrosamente, parecia estar indo tudo tão bem.
Sim, nossa amiga N, trazia boas noticias.
Os dias foram passando, os meses chegando.
De repente. A piora. Em uma quinta tu falara comigo pelo telefone.
Na outra tu se despediu... a piora, melhorava, parecia corroer teu corpo e as nossas esperanças.
Assim, se foi.
Na semana, andando pela casa, esperando uma boa noticia. o cordão que tanto querias, caiu do meu pescoço.
Naquele instante senti tu dizer. Eu vou.
Assim se fez.
Em uma manhã, recebi a noticia do alivio do ter sofrimento. Foi assim, que me consolaram. Foi assim, que nos consolamos.
Acreditando que esse era o seu melhor.
A nossa Fran, ia. Fechou os olhos e se entregou as cinco da manhã.
Resistente as visitas, e a dó dos outros. Preferiu ir.
Parecia escolher não viver a mercê da vontande dos outros.
Parecia desejar ser livre por conta propria.
Assim, deu seu adeus. Simplismente foi.
A sensação que ela deixou, foi que os dois meses de luta só serviram pra confirmar como seria depois do acidente. Pela liberdade que vivia, jamais seria feliz sem a tal.
Respeitei.
Chorei.
E dei meu Adeus.
Também resisti. Te ver ali, mesmo com tantas flores, com carinha de feliz, resisti.
Porque também preferi ficar com a lembrança de nossa liberdade.
E dei meu Adeus.
P.s:. Em lembrança da Francisca Maria, um ano de sua morte.
Um ano que penso na morte e tento ser melhor com os vivos.
Nessa hora daquele dia, já tinhamos ido ao velório e enterrado seu corpo.
Já tinha chorado o suficiente.
Já tinha doído tanto, aliás foram dois meses de espera por um milagre.
E foi. Sim. Claro que foi.
Porque a cada dia nossa amiga N nos trazia novas noticias, as vezes animadora, mas na maioria vagas...distantes.
Assim, não fui nenhuma vez te ver, resisti o tempo todo.
O coma, passou, você parecia melhorar milagrosamente, parecia estar indo tudo tão bem.
Sim, nossa amiga N, trazia boas noticias.
Os dias foram passando, os meses chegando.
De repente. A piora. Em uma quinta tu falara comigo pelo telefone.
Na outra tu se despediu... a piora, melhorava, parecia corroer teu corpo e as nossas esperanças.
Assim, se foi.
Na semana, andando pela casa, esperando uma boa noticia. o cordão que tanto querias, caiu do meu pescoço.
Naquele instante senti tu dizer. Eu vou.
Assim se fez.
Em uma manhã, recebi a noticia do alivio do ter sofrimento. Foi assim, que me consolaram. Foi assim, que nos consolamos.
Acreditando que esse era o seu melhor.
A nossa Fran, ia. Fechou os olhos e se entregou as cinco da manhã.
Resistente as visitas, e a dó dos outros. Preferiu ir.
Parecia escolher não viver a mercê da vontande dos outros.
Parecia desejar ser livre por conta propria.
Assim, deu seu adeus. Simplismente foi.
A sensação que ela deixou, foi que os dois meses de luta só serviram pra confirmar como seria depois do acidente. Pela liberdade que vivia, jamais seria feliz sem a tal.
Respeitei.
Chorei.
E dei meu Adeus.
Também resisti. Te ver ali, mesmo com tantas flores, com carinha de feliz, resisti.
Porque também preferi ficar com a lembrança de nossa liberdade.
E dei meu Adeus.
P.s:. Em lembrança da Francisca Maria, um ano de sua morte.
Um ano que penso na morte e tento ser melhor com os vivos.
domingo, 1 de maio de 2011
Redes Sociais. Social?
Diante de mim, está posta a sugestão.
Diga algo!
Comente!
Faça atualizações!
Fique on line. Ou torne-se invisivel para alguém.
Adcione.
Atualize a frase do seu perfil!
Mude o tema.
Escolha cores.
Baixe.
Convide amigos. Exclua.
Convide para jogar.
Curta.
Eu me perco no meu tempo que deixa de ser corrido, para ser banal, para preencher com tanto entreterimento.
As noites, entrando a magrugada, dizendo: Boa noite, já vou. E as respostas... fique mais, vamos falar disso e daquilo...
A cada instante, tornamos pessoas que mudam suas ideias. Alias, em segundos, mudamos e afirmamos coisas, que talvez daqui alguns anos, vamos dizer: Que bobagem, escrevi.
Os albuns, nunca serão como antes. As atualizações, nem se fala!
É tudo tão rapido, tão pratico.
Pessoas tornam-se amigas on line, e quando nos encontramos, parece estranho?! Não há afeição.
Ainda são desconhecidas. Mesmo tendo verificado todo o seu perfil e acompanhar a cada nova postagem, inclusive de fotos dos feriado...é praticamente uma investigação. Uma fofoca quentinha.
Tudo se vê. Se comenta. Se questiona. Mas sempre se aceita.
Tem alguma coisa ultil nisso ai? Oooo passa tempo. Não! É um destroi tempo.
Quando nos damos conta, estamos há 2 a 5 horas diante de uma tela, que não ouvimos a voz, não nos toca, não há cheiro, nem sabor. Só barulhos das teclas em meio a madrugada.
E quando vamos dormir. Vazios como entramos.
É muito pouco que fica de valor...estamos perdendo coisas que o ser humano precisa.
O que devemos rever? Pense sobre isso!
Porque eu venho pensando e tirando algumas conclusões, que logo postarei.
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