Para entender e não se perder.

Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.

Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.

domingo, 9 de outubro de 2011

Diferente ou Indiferente.

Porque as reflexoes não me chegam com a alegria?
Porque essa tal meditação não vem em tempos bons?
Porque essa inquietação não chega quando estou quieta, como bons pensamentos?
Alguns assuntos me ferem (ainda) alguns machucam (aos poucos).
Mas tem uns que me atigem, pareço balançar e quando me dou conta, estou no chão.
Não vejo mão alguma para me erguer, me ajudar. Que triste não? Ter pessoas não siginifica tê-las por inteiro...
Enfim, essas dores são como feridas abertas, que parecem não sarar, parecem cobrar atenção.
Eu não posso sozinha, não tenho as respostas. O que tenho agora são lagrimas e como elas tantas perguntas. Com elas um mundo de inquietações.
Devem se perguntar: Que alma pertubada.
Não, é menos que isso. Mas fere com a mesma intesidade.
Antes sofria com a diferença entre eu e alguns, hoje sofro com a indifereça de quase todos, especialmente quem diz estar ao meu lado.
Antes era comparada a outros, vista como aaa diferente. Hoje, de fato sou diferente, mas não sou indiferente aos outros.
Posso até saber conviver e sobreviver a muitas dores, mas tenho algo que é como espinha em carne. A indiferença.
Dessa não passarei. Mas sei, que o tempo me dará boa resposta. E ai, não irei oferecer-te. E sim, impor.

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