Para entender e não se perder.
Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Eu falo: Amor e Liberdade.
O dia se foi, a noite chegou e eu tão ansiosa pra falar com alguém, esse alguém é aquele que amo, que ainda mexe com meu coração, que me incomoda, indo ou chegando, que me faz repensar, que me faz voltar, que não tem dimensão de sua importância. Bem, mas hoje estamos aqui não pra falar do que eu amo, mas pra dizer o que eu quero deixar para traz!
A cama, você, a musica, os livros na cabeceira, o gato, o cachorro, todos ali, parecia que meu mundo está dentro daquele quarto, tudo tão simples, tudo ao meu alance, parecia que eu poderia ser tudo ali. Nada me regrava. Então ouvi você dizer: Fica mais um pouco, não vamos ver TV, não vá pro Facebook, sempre perco você. Não resisti, ainda de cabelos molhados e com roupinha de dormi, deitei, olhei e pensei. É agora! Vou falar! Que momento único, vamos conversar!
Falei, falei dos casos vividos no dia a dia, das amizades falsas, das pessoas que me adulam, daqueles que olham pra minha vida (estampada) no Facebook e fazem julgamentos podres, mas a partir de suas vidas medíocres! Então, fui falando, indagando, sobre, vida, amor, casamento, infidelidade, sobre os padrões! Ah, como esperei tal momento, dizer que estou caminhando rompendo os padrões! Somo diferentes? - perguntei. Somos? O que somos? Um casal livre? Diferentes, porque? Porque andamos separados, não somos grudados, não somos padronizados?
Ver sua cara de espanto me dizendo: Meu Deus! Como você fala!(como tenho perdido seus pensamentos, seu crescimento, sua maturidade). Estávamos ali, olhando e ouvindo minhas palavras que desesperadas corriam pra dizer: Estou aqui, ainda amo você. Não me perca!
Assim, estou, aqui, ainda, amo, ao meu modo, com tudo que sou, mas não com o que tenho. Sou assim, existindo no outro, me vendo em você, mas distante cresço, longe sigo sozinha no meu mundo de desilusões, usando a fuga da razão, me dizendo que o tempo logo acabará com tudo. Então vamos viver! É isso.
Ser livre, permitir o outro ser também é o ápice do amor, mas não confundamos nossa liberdade com o descaso, com o desamor.
Sejamos assim, amo você por isso, mas não permita que eu pense que o tempo já está nos enganando, já está nos levando ao desamor.
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Você dirá em silêncio, mostrará quando apagar a luz, e certificará, quando o dia seguinte terminar e tudo se repetir, sem explicitar, pois a rede social é medíocre como a sociedade.
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