Para entender e não se perder.

Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.

Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
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domingo, 6 de maio de 2012

Minha resistência fala demais.


Eu, até então pensava que EU sou a objetiva, a que resolve, a que diz e a que desfaz. Sou mesmo do tipo mandona.. que chega e diz, faz e tem atitude..
Eu, sou daquelas que diz: Saia dessa! Amores, paixões? Hum.. não compensa. Saía!
Eu, a objetiva e prática, cheias de minhas razões e negações de mim mesma, digo: Não me prendo aos amores dessa vida, porque já chorei demais.
Eu, a decidida, digo: Vou seguir em frente, sem olhar para traz, vou indo, a vida tem muito pra me dá. Vou sem olhar pra traz. Amores? Paixões? Que nada. Sou objetiva, sou prática. Sou daquelas que não se prende aos sentimentos da vida.Tentando separar as coisas.. razão não se une com o coração.
Ah.. nas conversas da tarde com as amigas, na hora dos cafés é que falamos, dizemos e gritamos, nossa razão se aflora, somos fortes e corajosas, mas a nossa objetividade se esvaí, vai saíndo devagar, começamos a falar baixinho.. começamos a nos entregar... (Risos).
E nas tarde é que nos entregamos, gritamos, ao ouvir Marisa Monte, Jorge Vercilo, Djavan... e nossa razão? Onde está a objetividade, a praticidade, a dureza, a rigidez? Onde? Se esvai. Ela se foi.. somos sentimentos, somos entregues..
E o nosso coração grita, EU QUERO UM AMOR, quero alguém pra cuidar.
As frias e objetivas Aline's se vão..
O que eu sou? Uma capa de razões e fugas? Resistente ao amor? Belo amor, lindo no ínicio, doce ao meio e amargo no final. E de tão amargo, me tira o doce da lembrança do começo. Se vai.. fica o amargo na boca e no peito.
Onde está a Aline's que tem as respostas? Está aqui. Viva, firme e com respostas, belas até.
Não vale a pena a entrega, ao não ser que se viva de vez. Como diz minhas Alin's, se é pra ficar, fica de vez. De pouquinho não serve.
Minha objetividade está na minha subjetividade. Não sigo uma regra, ao contrário, quebro-as. Mas minhas respostas frias e rigidas estão voltando. Fechando meu coração aos sentimentos.. deixa eles ficarem na subjetividade que eu sou.
Porque na realidade, a Aline, fria, rigida, objetiva e fiel a razão, nada mais é um coração que precisa de um aconchego, um afago que não tem.
A minha objetividade só esconde minhas subjetividade...

domingo, 16 de outubro de 2011

Acostume -se ou vá embora.


Estive pronta e apaixonada, você não sentiu.
Estive amando e suspitarando, você nem..
Estive linda e disponivel, você não viu.
Estive magra e sexy, você não olhou.
Estive alegre e ria de suas piadas, você não valorizou.
Estive no horario e local marcado, você não foi.
Estive te olhando, você ao menos viu eu passar.
Guardei para mim, todos esses sentimentos e sentindos.
Ai, você me perguntou, porque não lhe perguntava sobre minha beleza, meu sorriso, minha atenção.
Respondi: Percebi que tudo que tinha feito para você era em vão. Daí passei a existir para mim. Brilhei mais, você? Apagou-se.
Hoje, estou aqui, pronta e apaixonada. Por mim.
Linda e cheirosa, Para mim.
Magra ou gorda? Mais para mim.
Me olhando e dizendo, Posso sempre mais.
Assumindo que suas piadas eram idiotas. Rio de você.
Sorrindo para a vida e para mim. Entendendo que a partir do momento que você toma o meu lugar, perco, deixo de ser eu.
Então para o bem do nosso amor. Amo antes que você.
Amo mais a mim.
Desculpe o egoísmo.
Mas viver para seu  amor, me diminue, e isso não posso suportar.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Não me chame, eu vou!

Quando amamos, ficamos cegos, daqueles que só querem ver o que nos agrada. Estranho é saber que o  mesmo amor, esse, que me acorda, que me cega ao ponto de não me fazer enxergar o teu egoísmo, o teu desejo pelos outros, desejo de ser livre, enfim, desejo de ser livre... 
Me perco em meus pensamentos, em saber que tu vive essa vida, por não ter tido o direito de escolher outra...ai, tu vive. Vai vivendo....
Entre os meus pensamentos e os teus. Vejo, que comigo não... aa... não, mesmo. 
Eu, não! Porque eu vivo, amo, sou feliz, sou livre, não sou tu, preso e sem buscar escolhas...
Porque se o amor me chamar, eu vou. Vou porque sou intensa, não vivo um dia, sem ser desejar o intenso. Se o amor me chamar, vou. Não fico no teu mundo, sem escolhas, sem duvidas, sem certezas... porque se o amor me chamar eu vou! Sem olhar para tras, vou. E vivo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Minha intesidade está em tudo.

Chega um tempo, que parece que já passou tanto tempo..
Tenho medo de que afinal? Da dor? Da solidão? Do desprezo?
Devo temer? Talvez não.
A tua voz, parece distante de mim, teu olhar, já não é mais como antes.
Temo estar sendotolerada, por todos... não. Somente por ti.
O teu amor é frio, calado.. sem emoções.
Não suporto isso.
POrque o meu amor, é daqueles que acelera o coração, daquele do frio na espinha, daquele que me acorda e me faz dormir.
Farei  que com tal diferença? Espero?!
Não mais.
Já tenho esperado tanto... temo em buscar novos amores, e se eu encontrar um igual ao meu... te direi adeus! Adeus!
Quem de nós, pode escolher. Eu com meu amor avassalador ou tu com teu amor quieto?
Quem pode decidir. O tempo? Quem sabe...
Já não sei. Hoje, não trouxe as respostas.
Amanhã poderei acordar sabendo e decidida e buscar um novo amor.
Quem poderá impedir? Você se decidir me amar de verdade.
POrque quem ama, reage. Atende. Fala. Busca. Fica inquieto.
Não creios em amores frios, quietos. Isso não é amor.
Amor, até onde vivi... não é mesmo calmaria. É como já dizia as letras de outras canções... o amor arde sem se vê!
Estou temendo o que alias? A falta.
Tudo me consola quando penso. Tudo passará. Até os amores que são ditos como eternos. Não há para sempre.
POr isso busco tanto a intesidade dos dias. Porque não sei o que será do meu amanhã.

Aline Matos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

"A"Parente(mente).

A manhã chega e penso como evitar esse sentimento. Quando afasto o meu corpo e minha mente de ti, sinto uma grande recompensa, a de vencer. Por saber (explicarei) . Melhor ser distante? Perto? E ficar no equilibrio, valeria a pena? Não. Já tentei - melhor seria afastar meu corpo e minha mente - isso sim valerá a pena.

Direi a resposta:
Teu falar é fraco, baixo, já não consegue disfaçar teu desprezo.
Teu olhar se desvia do meu, é melhor não olhar.
Teu abraço, me chega como uma picada, me doí, o que sinto é ódio.
Teu falar manso com apelidinhos de carinho, esses são tão forçados como você.
Os teus passos, são leves, não são pesados como os meus, são leves, a procura de um simples vacilo.
Pergunto-me: Por que insistir nisso? Será que nos odiamos simplismente por não nos respeitarmos? Mundo pequeno esse nosso... (risos) Facil seria. Fraqueza minha. Não.
Já disse: Não preciso do teu amor, mas não convivo com o teu desreipeito. Não faria isso com minha dignidade.

Tenho buscado a franqueza, percebo que todos não são capazes, assim como tu, falso homem. É impossivel manisfestar por inteiro, mostrar o que tu és. Por que o que tu és, é pura aparencia. Isso sim é puro. Tua aparencia é quase intocavél. Nunca te mostra - sempre tem resposta pra teus erros e os dos outros - como fazes isso bem - esconder os teus...
Mostra o que tu és. Assim quem te ama, pode te aplaudir, possa te amar ou declarar o ódio. Pelo menos haverá sinceridade nesse rol de relações.
Podem até me condenar, mas não me pede pra ser como tu. Não me pede pra não ser o que sou.

Um dia decidi: Amar ou odiar. Intemedio não há. Por mais que tente. Não há.

MELHOR O ÓDIO MANISFESTO QUE O AMOR FINGIDO.

Aline Matos

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Paixão, que nada!


Quando nos apaixonamos tudo parece ser tão colorido, as coisas tem um brilho diferente, os defeitos, que defeitos? As palavras são doces, nada pode nos ferir, ah... o frio na espinha, nem se fala, que maravilha! Nada pode nos impedir, assim falamos. A saudade chega em alguns minutos, parece uma eternidade chegar o amanhã, mal posso esperar pra te ver. Tudo é tão tão imenso, intenso, prazeroso, colorido!

Os dias e meses se passam, a rotina chega. O dia-a-dia, as contas, as leis domesticas, as obrigações, os filhos (não tenho, mas pensar já cansa), as contas... contas...

Ei, chega a noite, ver você ali, me consola. Me acalma, me atrai. O sexo? Ah, sempre bom! Um alivio muitas vezes, uma saida, uma fuga? Não! Uma solução para dor de cabeça. Sim! Sim! Sim!

O amor para mim é assim, superação. É como a luta diaria, vencerei por mais 24 horas. Tudo é possivel com o amor. Com a paixão não. Pois essa é avassaladora, intensa, gostosa, surpreendente, mas, não supera, nos leva a desespero por pouco, da mesma forma que chega, quando se vai, nos leva o pouco que temos. Se faz necessario, sim, porque não? Faz bem. Mas ainda assim, decido ficar com o amor, que supera - surpreende.

Hoje, fez seis anos que estamos casados. Esperar por comemorações, não. Porque também esqueci. O amor é isso. Se fosse apaixonada, nessa hora estaria contando dores e mágoas. Estou bem. Vou continuar com meus pés firmes no amor. Mesmo sabendo que um dia toda essa racionalidade irá matar meu amor. Mesmo sabendo que o amor com os pés no chão me traz ameaças mentais, decido por ele.

O amor me mantém firme, madura, segura de mim. Sem esperar fogos, promessas, esperanças, vivo o meu hoje. Vivo feliz, porque? Simplismente por não me prometer nada. Simplismente por sermos nós mesmos.