Para entender e não se perder.

Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.

Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Sede.

Sabe aqueles dias que são tão bons que não queremos que ele acabe?
Aquelas noites em boas companhias que não queremos deixa-las ir?
Aqueles sorrisos que parecem a satisfação da alma?
Aqueles abraços que dizem tudo de uma só vez?
Aquele olhar que insiste em negar?
Aqueles passos largos, pra te encontrar?
Aquela fome, aquela sede, não importa a não ser a sede.
Aquele velho dizer? Não vá, fique. Sem dizer uma palavra.
Aquele negar, que insiste, bate, bate até entrar.
Porque não deixo? Porque não posso? Porque não devo?
Insiste, insiste.
São dias, são noites, são tardes. Olho o telefone, olho o livro, o chocolate, o dia, a noite.. tudo outra vez.
São momentos, eles passam, mas a minha alma pede o tempo todo: Fique.
Não é malicia, não é desejo, não é traição. É vida! É sede! É alma!
Sede de quê? De ter, nem que seja, por um instante. Nem que seja por toda a vida. (risos)
(parte II - a Insistência cega) Insisto, insisto, mas não dá, não quero ver, quero negar, negar meu amor por ti, outra vez. Porque não passa? Passa por favor, pra que eu possa viver; as tardes, as noites, o sorriso, a sede! 
São tantas coisas na mente, mas poucas no coração.
Dizer? Já disse! Quantas vezes mais? Quantos sinais? Quantos? Diga-me! 
Estou cansada, de ser, de fazer, de chamar sua atenção. Palavras sem valor, lixo me sinto.
Insisto, não sei até quando? 
(parte III - a esperança) Mas, existe uma sede, que minha razão não consegue convencer de não ir beber.
Essa sede pode aumentar, pode ser saciada, pode! Mas sempre haverá outras. Sede!
O mundo, a tarde, a noite, o riso, a sede! Umas vem, outras vão. 
Existe um lugar, um dia, que a sede será saciada. Como será?!
A sede acorrenta meus pés. A sede me salva da dor. A mesma sede que vem, me leva por inteira quando vai.

Ps. Pior do que não enxergar, é se negar a ver.

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