O silêncio que chega,
Os olhos que evitam,
A fala que teme. Assim me sinto diante de tantas farsas.
Somos um grande circo? Que ofensa aos artistas! Não! Somos produtos, objetos, somos tão descartáveis.
Servimos de que? Nos parece que não servimos!
O silêncio. Os olhos. A fala.
A inquietude, a ansiedade.
Assim me sinto. Longe de tudo, perto de todos.
O que virá?
Que caminho?
Não temos as respostas para o dia mau, mas temos a resposta para uma vida inteira. A de afirmar sem medo alguns, que somos malditos, falsos, interesseiros, traiçoeiros, por isso descartáveis
O homem e sua maldade que não tem fim. O homem e seu poder que lhe tira a paz, mas lhe dá "fieis" amigos, lhe dá o conforto de ordenar! O homem e sua vã ideia que PODE TUDO. Quão miserável e malditos és! O bem não se faz, porque se escolhe o caminho do poder, de escolher e de lançar fora o produto já usado. O que somos? Malditos homens!!!
Quando se escolheu, não se pensou. Só se pagou o favor. A troca! Isso que somos e fazemos, trocamos favores, trocamos interesses! Malditos homens!
E nessa inquietude, vou seguindo. No silêncio percebo o grito da alma.
Posso dizer: Não merecemos essa miséria, essa maldição: a de perceber por um fio, dependente de meros homens incapazes, miseráveis e malditos, onde defendem os seus malditos interesses.
A maldade humana não tem limites!

Mas isso é volúvel vc sabe... Somos em sua grande maioria dessa forma como vc descreve, mas tem que levar em consideração que o sexo oposto ta chegando no mesmo patamar a cada dia que passa, e infelizmente isso se deve em conta de nós mesmos, eu reconheço isso...
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