Para entender e não se perder.

Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.

Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.

domingo, 16 de outubro de 2011

Acostume -se ou vá embora.


Estive pronta e apaixonada, você não sentiu.
Estive amando e suspitarando, você nem..
Estive linda e disponivel, você não viu.
Estive magra e sexy, você não olhou.
Estive alegre e ria de suas piadas, você não valorizou.
Estive no horario e local marcado, você não foi.
Estive te olhando, você ao menos viu eu passar.
Guardei para mim, todos esses sentimentos e sentindos.
Ai, você me perguntou, porque não lhe perguntava sobre minha beleza, meu sorriso, minha atenção.
Respondi: Percebi que tudo que tinha feito para você era em vão. Daí passei a existir para mim. Brilhei mais, você? Apagou-se.
Hoje, estou aqui, pronta e apaixonada. Por mim.
Linda e cheirosa, Para mim.
Magra ou gorda? Mais para mim.
Me olhando e dizendo, Posso sempre mais.
Assumindo que suas piadas eram idiotas. Rio de você.
Sorrindo para a vida e para mim. Entendendo que a partir do momento que você toma o meu lugar, perco, deixo de ser eu.
Então para o bem do nosso amor. Amo antes que você.
Amo mais a mim.
Desculpe o egoísmo.
Mas viver para seu  amor, me diminue, e isso não posso suportar.

domingo, 9 de outubro de 2011

Diferente ou Indiferente.

Porque as reflexoes não me chegam com a alegria?
Porque essa tal meditação não vem em tempos bons?
Porque essa inquietação não chega quando estou quieta, como bons pensamentos?
Alguns assuntos me ferem (ainda) alguns machucam (aos poucos).
Mas tem uns que me atigem, pareço balançar e quando me dou conta, estou no chão.
Não vejo mão alguma para me erguer, me ajudar. Que triste não? Ter pessoas não siginifica tê-las por inteiro...
Enfim, essas dores são como feridas abertas, que parecem não sarar, parecem cobrar atenção.
Eu não posso sozinha, não tenho as respostas. O que tenho agora são lagrimas e como elas tantas perguntas. Com elas um mundo de inquietações.
Devem se perguntar: Que alma pertubada.
Não, é menos que isso. Mas fere com a mesma intesidade.
Antes sofria com a diferença entre eu e alguns, hoje sofro com a indifereça de quase todos, especialmente quem diz estar ao meu lado.
Antes era comparada a outros, vista como aaa diferente. Hoje, de fato sou diferente, mas não sou indiferente aos outros.
Posso até saber conviver e sobreviver a muitas dores, mas tenho algo que é como espinha em carne. A indiferença.
Dessa não passarei. Mas sei, que o tempo me dará boa resposta. E ai, não irei oferecer-te. E sim, impor.

domingo, 21 de agosto de 2011

Minha solidão ao som do futebol...


Uma das coisas que as mulheres mais detestam, quando indagadas sobre o sentimento de estar sozinha, é o futebol.
Eu, por amar esportes, não o detesto e até assisto, comentando e tudo. No entanto, o mal das mulheres, é estar sempre abaixo de algo que seus parceiros, paracem se impolgarem. Sabe aquele sensação de TPM, que tudo dá vontade de chorar ou detestar? Assim, que me sinto nessa tarde detestavel de futrebol. Sou flamenguista, mas não vejo meu "amado" ser tão impolgado com a minha pessoa, como ele está agora com seu "amor".
Enquanto, detesto e escrevo. Penso. POrque dá tanta importancia, porque me encher de sentimentos que não me farão alcançar o seu mundo? Porque?
Não é o casamento e a rotina que destrói os belos dias, somos nós, em nosso egoismo, em nossa acomodação? Nesses dias perguntaram qual era o impedimento do meu crescimento? Eu menti. Não declaro. Prefiro calar. Mas logo, logo, a lançarei longe de mim.
E enquanto a narração do jogo, diz... diz... eu aqui, sozinha, sem você perceber a minha importancia, a minha beleza... a minha inteligencia...
O meu consolo, vem de mim, mesma. Quando percebo que você já não ocupa com tanto poder o lugar que um dia dei por inteiro pra você. Um dia, esse mesmo lugar estará de portas bem fechadas... pode acreditar.

Ps. O meu problema, digo: Detesto amar você.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Reflexoes Aline e Laura Costa?!

É complicado o aprendizado, a gente sofre e sabe como é ruim sentir, mais quando temos a oportunidade de escrever uma historia diferente com o outro é incrivel como o caminho mais rapido que enxergamos é esse REPITIR ERROS PASSADOS, se torna genetico passa de um para o outro...
há 12 minutos ·
    • Aline Matos Vida pqp... isso é lindo... kkkk
      há 5 minutos ·
    • Laura Costa A gente so repassa os maus amores...
      há 3 minutos ·
    • Aline Matos Vida Nos parece que as coisas ruins e pesos são sempre mais intensos.. deixam as fomosas marcas.. enfim, deveria ser diferente, mas n é. Vivo na tentativa de enxergar o melhor em tudo, mas pelas feridas passadas, enxergamos mais rapidamente os erros...
      há 47 segundos ·
      • Laura Costa É isso olhamos pra frente pensando lá atrás!!!
        há ± um minuto ·

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Não me chame, eu vou!

Quando amamos, ficamos cegos, daqueles que só querem ver o que nos agrada. Estranho é saber que o  mesmo amor, esse, que me acorda, que me cega ao ponto de não me fazer enxergar o teu egoísmo, o teu desejo pelos outros, desejo de ser livre, enfim, desejo de ser livre... 
Me perco em meus pensamentos, em saber que tu vive essa vida, por não ter tido o direito de escolher outra...ai, tu vive. Vai vivendo....
Entre os meus pensamentos e os teus. Vejo, que comigo não... aa... não, mesmo. 
Eu, não! Porque eu vivo, amo, sou feliz, sou livre, não sou tu, preso e sem buscar escolhas...
Porque se o amor me chamar, eu vou. Vou porque sou intensa, não vivo um dia, sem ser desejar o intenso. Se o amor me chamar, vou. Não fico no teu mundo, sem escolhas, sem duvidas, sem certezas... porque se o amor me chamar eu vou! Sem olhar para tras, vou. E vivo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Minha intesidade está em tudo.

Chega um tempo, que parece que já passou tanto tempo..
Tenho medo de que afinal? Da dor? Da solidão? Do desprezo?
Devo temer? Talvez não.
A tua voz, parece distante de mim, teu olhar, já não é mais como antes.
Temo estar sendotolerada, por todos... não. Somente por ti.
O teu amor é frio, calado.. sem emoções.
Não suporto isso.
POrque o meu amor, é daqueles que acelera o coração, daquele do frio na espinha, daquele que me acorda e me faz dormir.
Farei  que com tal diferença? Espero?!
Não mais.
Já tenho esperado tanto... temo em buscar novos amores, e se eu encontrar um igual ao meu... te direi adeus! Adeus!
Quem de nós, pode escolher. Eu com meu amor avassalador ou tu com teu amor quieto?
Quem pode decidir. O tempo? Quem sabe...
Já não sei. Hoje, não trouxe as respostas.
Amanhã poderei acordar sabendo e decidida e buscar um novo amor.
Quem poderá impedir? Você se decidir me amar de verdade.
POrque quem ama, reage. Atende. Fala. Busca. Fica inquieto.
Não creios em amores frios, quietos. Isso não é amor.
Amor, até onde vivi... não é mesmo calmaria. É como já dizia as letras de outras canções... o amor arde sem se vê!
Estou temendo o que alias? A falta.
Tudo me consola quando penso. Tudo passará. Até os amores que são ditos como eternos. Não há para sempre.
POr isso busco tanto a intesidade dos dias. Porque não sei o que será do meu amanhã.

Aline Matos.

domingo, 12 de junho de 2011

Só falta me dizer Adeus...

Para Mais Ninguém Marisa Monte
Entre nós deve haver sinceridade
Eu não sei o que é que você tem
Que não me beija nem me procura
Eu tenho medo de perder alguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém

O silêncio é uma tortura
Alguma coisa se perdeu
Você já não me olha como antes com ternura
Só falta me dizer adeus
Adeus


____________________________________________De repente essa musica caiu comouma luva, no que estou sentindo agora. Há uma luta em mim, em ir perguntar oq ue será de nós, ai vem o medo de ouvir. Não pela resposta, mas de saber que devemos tentar de novo. Não sei se quero tentar! Não sei se acredito.