Os nossos dias são tão corridos, estressantes, de poucas palavras e das que se dizem, bem objetivas. Tudo que fazemos é para o bem estar da casa e das nossas coisas, mas nunca para nosso coração. Estive pensando esses dias que tem sido dias dificieis por não saber ser uma boa pessoa nas minimas coisas. Ai se inicia a batalha dentro de mim, em busca do melhor, em busca de ser no minimo "bacana".
Passamos o dia sem falar com o outro e o nosso primeiro contato por telefone as 17h é pura estupidez e grosseria. Sei que estou lhe pondo numa situação que não lhe perterce, ao contrario, pertence a minha familia, mas eu estou nessa...enfim, perdemos nossa privacidade, perdemos nossas poucas conversas e o sexo, a esse se perdeu mais ainda. No entanto tenho suportado e tentando equilibrar é que vou vivendo, certa que tudo isso vai passar.
Daí quando penso que a noite vai chegar e vou descansar e falar sobre meu dia e ouvir você, pergunto: O que há. Sua resposta: ninguém "trepa" nessa casa mais...
Sem palavras sigo, em lagrimas fico e me pergunto, ah, eu realmente sou necessaria, não pra ser esposa, mas puta.
Sirvo, para lavar, cozinhar, mediar, ser boa nora (q minha sogra não merece), ser boa filha, ser bela estudante, profissional e a noite quando vou deitar, uma puta pra servir e dane-se meus problemas. Aliás a mulher deve servir ao homem? não.
Por isso ficar on line nas madrudagas tem sido mais interessante. Porque sexo é sempre muito bem vindo e com sacanagem é bom. Portanto, lembrar que ali está um ser humano é bom.
Nem só de momentos eu vivo, por mais pratica que eu seja, preciso de alguém pra falar, abraçar e dizer: Aline, vai dá tudo certo.
Para entender e não se perder.
Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.
Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Público em que?
O serviço público deixa de ser ´público, desde do momento que torna-se privado as decisões e más escolhas, as más indicações. Esse tal público, é mera farsa, pois onde o público deveria ser excelência, torna-se mediocridade em decisões tomadas por outros que pouco tem acesso a "ponta" da corda que já está se rompendo.
O interesse "público" é privado, reservado e pouco interessante ao verdadeiro publico que somos nós. Alías que tipo de participação temos? Que especie de exercicio de cidadania expressamos? O Voto? Ah, esse sim, muito interessa. Mas por um pouco periodo, para que o interesse publico seja cumprido...
(...) Que possamos repensar, pensar que o DIREITO é DEVER, não favor, não "ajuda". O exercicio do trabalho publico se torna real, quando é de fato publico, transparente e de fato para o bem comum. E não de "alguns".
Penso que muitos estão rondando como urubus, os futuros candidatos, vendendo até sua alma, pensando em ocupar algum cargo e de "confiança", ah, não é por ai. Não mesmo. Que aqueles que são bajulados possam abrir os seus olhos, perceber que existe uma base ideologica, algo que temos que defender.. (pelo menos penso eu que há).
E que as decisões venham, mas que venham com os pés no chão e com o olhar firme de que quando se há boa vontade, há esperança em mudar, mas quando só há interesse proprio. Logo cairá...
Não vendo minha alma, não venda a sua!
O interesse "público" é privado, reservado e pouco interessante ao verdadeiro publico que somos nós. Alías que tipo de participação temos? Que especie de exercicio de cidadania expressamos? O Voto? Ah, esse sim, muito interessa. Mas por um pouco periodo, para que o interesse publico seja cumprido...
(...) Que possamos repensar, pensar que o DIREITO é DEVER, não favor, não "ajuda". O exercicio do trabalho publico se torna real, quando é de fato publico, transparente e de fato para o bem comum. E não de "alguns".
Penso que muitos estão rondando como urubus, os futuros candidatos, vendendo até sua alma, pensando em ocupar algum cargo e de "confiança", ah, não é por ai. Não mesmo. Que aqueles que são bajulados possam abrir os seus olhos, perceber que existe uma base ideologica, algo que temos que defender.. (pelo menos penso eu que há).
E que as decisões venham, mas que venham com os pés no chão e com o olhar firme de que quando se há boa vontade, há esperança em mudar, mas quando só há interesse proprio. Logo cairá...
Não vendo minha alma, não venda a sua!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Meu grito e seu silêncio.
Talvez eu não possa imaginar onde isso vai dar.
Talvez a minha quietude, lhe pertube.
Talvez?!
Talvez, não.
Já que pouco tenho feito você agir.
Não sei se chego, ou vou de vez.
Não sei se olho, ou finjo durmir.
Ah, eu não sou dessas que "tira de letra" a infelicidade.
Não mesmo. Sou dessas, que incomodo, fico inquieta, choro pelos cantos, depois olho-me no espelho. Penso, amanha como estarei? Mas se alguém me perguntar, direi, chorei por um amor, pouco respondido.
Chorei, pelo silencio. Chorei. Por não suportar sua ausencia, mesmo estando aqui. Chorei.
Não negarei. Direi ao mundo, porque chorei.
É assim que sou. Inquieta com os sentimentos e chorosa com esse mau amor.
Hoje, se for chorar, falarei antes. Porque não sou do silêncio. Sou do falar.
Talvez a minha quietude, lhe pertube.
Talvez?!
Talvez, não.
Já que pouco tenho feito você agir.
Não sei se chego, ou vou de vez.
Não sei se olho, ou finjo durmir.
Ah, eu não sou dessas que "tira de letra" a infelicidade.
Não mesmo. Sou dessas, que incomodo, fico inquieta, choro pelos cantos, depois olho-me no espelho. Penso, amanha como estarei? Mas se alguém me perguntar, direi, chorei por um amor, pouco respondido.
Chorei, pelo silencio. Chorei. Por não suportar sua ausencia, mesmo estando aqui. Chorei.
Não negarei. Direi ao mundo, porque chorei.
É assim que sou. Inquieta com os sentimentos e chorosa com esse mau amor.
Hoje, se for chorar, falarei antes. Porque não sou do silêncio. Sou do falar.
domingo, 16 de outubro de 2011
Acostume -se ou vá embora.
Estive pronta e apaixonada, você não sentiu.
Estive amando e suspitarando, você nem..
Estive linda e disponivel, você não viu.
Estive magra e sexy, você não olhou.
Estive alegre e ria de suas piadas, você não valorizou.
Estive no horario e local marcado, você não foi.
Estive te olhando, você ao menos viu eu passar.
Guardei para mim, todos esses sentimentos e sentindos.
Ai, você me perguntou, porque não lhe perguntava sobre minha beleza, meu sorriso, minha atenção.
Respondi: Percebi que tudo que tinha feito para você era em vão. Daí passei a existir para mim. Brilhei mais, você? Apagou-se.
Hoje, estou aqui, pronta e apaixonada. Por mim.
Linda e cheirosa, Para mim.
Magra ou gorda? Mais para mim.
Me olhando e dizendo, Posso sempre mais.
Assumindo que suas piadas eram idiotas. Rio de você.
Sorrindo para a vida e para mim. Entendendo que a partir do momento que você toma o meu lugar, perco, deixo de ser eu.
Então para o bem do nosso amor. Amo antes que você.
Amo mais a mim.
Desculpe o egoísmo.
Mas viver para seu amor, me diminue, e isso não posso suportar.
domingo, 9 de outubro de 2011
Diferente ou Indiferente.
Porque as reflexoes não me chegam com a alegria?
Porque essa tal meditação não vem em tempos bons?
Porque essa inquietação não chega quando estou quieta, como bons pensamentos?
Alguns assuntos me ferem (ainda) alguns machucam (aos poucos).
Mas tem uns que me atigem, pareço balançar e quando me dou conta, estou no chão.
Não vejo mão alguma para me erguer, me ajudar. Que triste não? Ter pessoas não siginifica tê-las por inteiro...
Enfim, essas dores são como feridas abertas, que parecem não sarar, parecem cobrar atenção.
Eu não posso sozinha, não tenho as respostas. O que tenho agora são lagrimas e como elas tantas perguntas. Com elas um mundo de inquietações.
Devem se perguntar: Que alma pertubada.
Não, é menos que isso. Mas fere com a mesma intesidade.
Antes sofria com a diferença entre eu e alguns, hoje sofro com a indifereça de quase todos, especialmente quem diz estar ao meu lado.
Antes era comparada a outros, vista como aaa diferente. Hoje, de fato sou diferente, mas não sou indiferente aos outros.
Posso até saber conviver e sobreviver a muitas dores, mas tenho algo que é como espinha em carne. A indiferença.
Dessa não passarei. Mas sei, que o tempo me dará boa resposta. E ai, não irei oferecer-te. E sim, impor.
Porque essa tal meditação não vem em tempos bons?
Porque essa inquietação não chega quando estou quieta, como bons pensamentos?
Alguns assuntos me ferem (ainda) alguns machucam (aos poucos).
Mas tem uns que me atigem, pareço balançar e quando me dou conta, estou no chão.
Não vejo mão alguma para me erguer, me ajudar. Que triste não? Ter pessoas não siginifica tê-las por inteiro...
Enfim, essas dores são como feridas abertas, que parecem não sarar, parecem cobrar atenção.
Eu não posso sozinha, não tenho as respostas. O que tenho agora são lagrimas e como elas tantas perguntas. Com elas um mundo de inquietações.
Devem se perguntar: Que alma pertubada.
Não, é menos que isso. Mas fere com a mesma intesidade.
Antes sofria com a diferença entre eu e alguns, hoje sofro com a indifereça de quase todos, especialmente quem diz estar ao meu lado.
Antes era comparada a outros, vista como aaa diferente. Hoje, de fato sou diferente, mas não sou indiferente aos outros.
Posso até saber conviver e sobreviver a muitas dores, mas tenho algo que é como espinha em carne. A indiferença.
Dessa não passarei. Mas sei, que o tempo me dará boa resposta. E ai, não irei oferecer-te. E sim, impor.
domingo, 21 de agosto de 2011
Minha solidão ao som do futebol...
Uma das coisas que as mulheres mais detestam, quando indagadas sobre o sentimento de estar sozinha, é o futebol.
Eu, por amar esportes, não o detesto e até assisto, comentando e tudo. No entanto, o mal das mulheres, é estar sempre abaixo de algo que seus parceiros, paracem se impolgarem. Sabe aquele sensação de TPM, que tudo dá vontade de chorar ou detestar? Assim, que me sinto nessa tarde detestavel de futrebol. Sou flamenguista, mas não vejo meu "amado" ser tão impolgado com a minha pessoa, como ele está agora com seu "amor".
Enquanto, detesto e escrevo. Penso. POrque dá tanta importancia, porque me encher de sentimentos que não me farão alcançar o seu mundo? Porque?
Não é o casamento e a rotina que destrói os belos dias, somos nós, em nosso egoismo, em nossa acomodação? Nesses dias perguntaram qual era o impedimento do meu crescimento? Eu menti. Não declaro. Prefiro calar. Mas logo, logo, a lançarei longe de mim.
E enquanto a narração do jogo, diz... diz... eu aqui, sozinha, sem você perceber a minha importancia, a minha beleza... a minha inteligencia...
O meu consolo, vem de mim, mesma. Quando percebo que você já não ocupa com tanto poder o lugar que um dia dei por inteiro pra você. Um dia, esse mesmo lugar estará de portas bem fechadas... pode acreditar.
Ps. O meu problema, digo: Detesto amar você.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Reflexoes Aline e Laura Costa?!
É complicado o aprendizado, a gente sofre e sabe como é ruim sentir, mais quando temos a oportunidade de escrever uma historia diferente com o outro é incrivel como o caminho mais rapido que enxergamos é esse REPITIR ERROS PASSADOS, se torna genetico passa de um para o outro...
há 12 minutos ·
Aline Matos Vida Nos parece que as coisas ruins e pesos são sempre mais intensos.. deixam as fomosas marcas.. enfim, deveria ser diferente, mas n é. Vivo na tentativa de enxergar o melhor em tudo, mas pelas feridas passadas, enxergamos mais rapidamente os erros...há 47 segundos ·
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