Para entender e não se perder.

Ser realmente o que se é, gera conflitos. Falar o que pensa, traz consequencias, muitas vezes inimigos. Agir sem abrir mão da auteticidade, nos leva ao crescimento, no entanto divide as opiniões.
Mesmo que haja um preço a pagar por ser quem eu sou, vivo.
Podem me pedir até a morte, mas nunca, jamais me peça que eu não seja eu mesma.

Destinado a pessoas mau compreendidas por serem simplismeste quem são. Não sendo uma mediocre reprodução falsa dessa realidade imposta, onde divide e massacra uns aos outros.
A guerra é essa: Seja Você.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

"Existe razão para as coisas do coração?"

O dia cheio, cheio de coisas pra fazer, cheio de fugas, porque não quero mais pensar no que aconteceu. Desejo não pensar, desejo que essa dor passe, passe logo, vá embora, desejo que ela me deixe. Mas ao fechar os olhos, vejo os seus, dizendo: Eu t Amo.
Há dias, semanas me negava a postar, por não ter em mente o que está no coração, parace abismo, esses dois, mente e coração. Parecem não se entender, parecem lutar o tempo inteiro. Então, hoje após muitos momentos de altos e baixos, amigos, gargalhadas e confissões, ouvi alguém me dizer: Você ainda acredita se é verdade ou mentira, pesa se é? Eu não! Eu vivo o momento, vivo o hoje, o agora, sem pesar, se ele diz que me ama, que sou seu amor, eu acredito e vivo intensamente! Eu sem palavras, sorri e pensei...essa seria eu! Mas meu pesar, me fez pensar, me fez voltar, me fez não ser, não viver.
Nessa noite que após assisti um belo futebol, senti aquele sono.. que vem de mansinho, mas ao fechar os olhos, lembrei do meu pesar, lembrei e disse: Vou postar meu pensar, vou ao blog, vou ao café e ao silêncio da madrugada, dizer, que amei, me senti amada, mas não tenho certezas, só lembranças de um sonho bom.
As pessoas devem se perguntar, quem é essa Aline, como me perguntaram hoje, quantas Aline's você tem? Eu respondi: Só uma, mas em vários mundos e alguns vou me esquivando, outros me entrego, mas na realidade, estou certa que vivo um só.
Posso me contentar nesse amor, posso amar demais, ou de menos, mas amei, fui amada, depois? Deixa o depois para o amanhã!
Pena que me dá, de ver o seu sorriso longe do meu, o seu coração entregue a outro alguém, o que ensinei, de nada serviu, a paixão nos tira o folego, os pés saem do chão, e meus conselhos para que vive é: Viva, porque um dia ela passará, viva, porque eu vivi e posso dizer, vida só serve se bem vivida, bem intensa, paixão, só serve aquele que é avassaladora, aquele que nos cega, mudos e bobos. Mas com toda essa euforia, eu, Aline, essa que vos rasga o coração nessa madrugada, afirma que de todas as paixões que já vivi, é essa que tenho agora que mais me cega, que mais me tira o sossego, que me faz voltar, que me atrai, que me faz deitar e dizer: amo você.
Nessa madrugada de desabafos posso não entender essa tal sede, mas posso dizer porque você não está aqui perto de mim, porque você vive dentro de mim, faz parte da minha alma, faz parte do meu eu, que é inconstante, mas é seu. Entre o amor e desamor vou vivendo, vivendo entre surpreendentes surpresas do coração e desilusões, ao menos posso dizer, vivi, senti e vivi!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O meu eu e o seu(s)...

Dizer que não me importo, é mentira. (Acredito que todos se importam).
Dizer que sou indiferente;  é o mesmo que  dizer:  quero notícias, quero saber.
Vivo esses dias nesse impasse, nessa dúvida de defender o que sou, mas na luta de dizer o que não quero.
Minha voz, meu andar, meu falar, meu olhar, estou quente, estou fria.. estou aqui. Se me importo? Digo que não! Mas faço.. falo, grito.. ando..
É no silêncio e na calmaria, que percebo o quanto me importo, o quanto dou atenção ao que falam.
O fato de não "ligar" não quer dizer que minha dureza, não diga o contrário. Me diz, que me importo com o que falam. Ah! Que droga. Assim eu penso: Que droga, eu ligo, me importo! Não deveria. Que mente cruel comigo mesma..
E nesse turbihão de pensamentos, nessa tarde, sem café.. e no cansaço da minha alma e corpo é que percebo o quanto eu ligo.. o quanto me importo com o que falam.
Portanto, minha dureza, me faz seguir, seguir em frente, não olhando para o que falam. Mas, refletindo sobre..
Consegue entender? Eu não ligo, mas me importo, porque quando viro as costas, a mente me diz: Está certo? Está errado? Como deveria agir de verdade? Mudo? Mudarei, sim, assim, farei.. não por eles, elas.. mas por mim. Sim..por mim sim.
E nesse meu mundo, vou vivendo, sem entender das minhas ações.. justificativas eu tenho e muitas. Mas meu corpo diz o contrário.. minha fala, grita, meu corpo treme.. porque não entendo, isso é a grande questão, não tenho respostas, dessa vez, não.
Os seus.. eles, elas.. falam, falam de mim, o que falam? Será mesmo que quero saber? Melhor não.. talvez eu não tenha tanta importancia assim.. talvez já o que falam, não seja mais o eu.. e sim o seu.. o seu, ver.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Um encanto...


Um dia, triste dia, sonhei assim.. que no momento de dor, desejava o alívio.
No sonho, caminhava, em meio a dor e lagrimas, caminhava, contava os segundos pra encontrar o alívio. Alguém que pudesse ouvir minha voz, alguém que pudesse enxugar minhas lágrimas, alguém, simplismente alguém. Corri depressa, querendo encontrar.
E na minha solidão, te encontrei. Você não apareceu, eu o-procurei. Encanto, encantador, onde está você?
Encontrei. O alívio, o alguém.
Me ouviu. Me encontrou. Enxugou minhas lagrimas. Encanto, encanto meu. Me deu o sorriso. Me ofereceu risos. Simplicidade. Presença. Encanto!
Os dias foram passando, a dor foi sendo esquecida. Já eu, bem acolhida, já não chorava mais, minha imaginação, buscava refúgio no meu encanto. Sonhos, encantos, surreal. Tudo imaginação! Mas bom era imaginar, sonhar, viver tal encanto.
Enquanto minha alma se enganava com o encanto, as noites foram passando, minha dor voltando e meu encanto, se encantou por outro alguém. Foi-se. Encanto, encanto meu, onde está agora?
De repente minha razão aflorou. Eu acordei. Sim, era sonho, lembra? E disse-me a razão: Porque pensar em encantos? Porque se refugiar na imaginção, nessa tão pobre ilusão? Pensa não. Vive a razão. A dura e fria razão...que opção tenho, a não ser seguir a razão...
Ah, encanto, por mais lindo que tenhas sido em meus sonhos, pura ilusão!
Por um momento de dor e lagrimas, tive a imaginação de ser possivél o encanto durar.
Mas se foi.. a vida mais uma vez, me mostra que imaginação só serve pra quem tem tempo.. dores para quem dá importancia.. e encantos são encantos.. são criados em nossa mente para nos fazer ficar longe dessa tão dura realidade, portanto se vão. Vão embora, aliás, são só encantos.
Que venha a vida, com toda a sua dureza de realidade, prefiro assim, do que o engano e o doloroso encanto.

domingo, 6 de maio de 2012

Minha resistência fala demais.


Eu, até então pensava que EU sou a objetiva, a que resolve, a que diz e a que desfaz. Sou mesmo do tipo mandona.. que chega e diz, faz e tem atitude..
Eu, sou daquelas que diz: Saia dessa! Amores, paixões? Hum.. não compensa. Saía!
Eu, a objetiva e prática, cheias de minhas razões e negações de mim mesma, digo: Não me prendo aos amores dessa vida, porque já chorei demais.
Eu, a decidida, digo: Vou seguir em frente, sem olhar para traz, vou indo, a vida tem muito pra me dá. Vou sem olhar pra traz. Amores? Paixões? Que nada. Sou objetiva, sou prática. Sou daquelas que não se prende aos sentimentos da vida.Tentando separar as coisas.. razão não se une com o coração.
Ah.. nas conversas da tarde com as amigas, na hora dos cafés é que falamos, dizemos e gritamos, nossa razão se aflora, somos fortes e corajosas, mas a nossa objetividade se esvaí, vai saíndo devagar, começamos a falar baixinho.. começamos a nos entregar... (Risos).
E nas tarde é que nos entregamos, gritamos, ao ouvir Marisa Monte, Jorge Vercilo, Djavan... e nossa razão? Onde está a objetividade, a praticidade, a dureza, a rigidez? Onde? Se esvai. Ela se foi.. somos sentimentos, somos entregues..
E o nosso coração grita, EU QUERO UM AMOR, quero alguém pra cuidar.
As frias e objetivas Aline's se vão..
O que eu sou? Uma capa de razões e fugas? Resistente ao amor? Belo amor, lindo no ínicio, doce ao meio e amargo no final. E de tão amargo, me tira o doce da lembrança do começo. Se vai.. fica o amargo na boca e no peito.
Onde está a Aline's que tem as respostas? Está aqui. Viva, firme e com respostas, belas até.
Não vale a pena a entrega, ao não ser que se viva de vez. Como diz minhas Alin's, se é pra ficar, fica de vez. De pouquinho não serve.
Minha objetividade está na minha subjetividade. Não sigo uma regra, ao contrário, quebro-as. Mas minhas respostas frias e rigidas estão voltando. Fechando meu coração aos sentimentos.. deixa eles ficarem na subjetividade que eu sou.
Porque na realidade, a Aline, fria, rigida, objetiva e fiel a razão, nada mais é um coração que precisa de um aconchego, um afago que não tem.
A minha objetividade só esconde minhas subjetividade...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Risos Sacanas.



Depois de um dia cheio.. pela manhã estudos incansavéis, choros e escritos... músicas que tocam a alma e me fazem voltar.. lágrimas..ah.. essa minha mente!
Meu amavél gato não entende minha dor, mas me faz companhia, adivinha? Quer minha atenção e eu dou! Enfim, a tarde, (trabalho) ah.. que tédio não ser mais tão útil, alías somos tão sibsitituivéis, pensando bem esse papo de que auto ajuda que somos insubstituivíes, é papo para tapar buracos e logo logo esses estão todos abertos e suturando dor novamente. A tardinha vêm com cara de diversão.. tudo ilusão, compro e penso nas contas a pagar, as vezes penso em você e só me dá vondade de chorar.. quero esquecer, quero superar, mas já não tenho tantas certezas. Vamos á diante! Vamos fingir está tudo bem, vamos rir, comer, comprar.. a aula já vai começar!
Boa aula, discursssões e discursos libertários, movimentações, ações, militância.. esqueço um pouco de você, alías, as lagrimas que pela manhã entristeceram meu rosto, aos poucos vêm... tento resistir em não pensar.
De repende, vejo o encanto dos meus dias.. amigos.. alegram meu coração e minha alma fica vazia... de qualquer dor, de qualquer agonia! Vejo.. falo... rio.. ah..alívio!
A noite chega e no passar do estresse vejo mais alguém.. amigos.. chego com pressa, como, visto e saio.. as pressas em busca de uma coisa só.. risadas sacanas, risadas da vida, risadas do ridiculo que somos, das coisas do ser humano.. risadas sacanas na bela companhia de Assis Lopes, meu amigo, meu amigo das risadas sacanas!

Frase do dia: "Coisa de cheiro, coisa de pela, não é dinheiro, não é beleza, é coisa de cheiro, coisa de música do Chico Buarque"  - pensamentos altos de Assis, falando dos amores... e encantos. (Assis Lopes)

Ps. ... eu quero um cheiro, que quero uma pele.. quero uma música do Chico Buarque pra viver...

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Eu, viva.

Me pergunto, devo acreditar. Seus olhos dizem que sim, meu coração quieto está, não sabe. Minha razão, ah.. ela diz: Não! De que vale a vida sem os amores, as paixões, o intenso, a bobagem, a razão que te freia.. tudo isso parece divertido, as risadas, o choro, a inconstância, a oscilação. Devo temer o que? Não temerei, vou viver cada minutinho que a vida me dispõe sobre os sentimentos.
A minha raiva, tornou-se ira. Falei, grite, quebrei, mas voltei. Lembro da musica do Emilio Santiago, lesões corporais. Lembro da Betânia (...) eu tenho um jeito estúpido de amar, mas é assim que eu sei te amar.
A.. me perco nos momentos, mas feliz sou. Por vivê-los. Quero viver.
Isso causa incomodos.. causa dúvidas, causa questionamentos.. talvez o leitor pergunte, quem está ai? A casada, a solteira? Posso lhe dizer: A Aline, a que vive, sendo leal aos sentimentos, vivendo-os. Curtindo. Por que esconder? POrque se revestir de capas, quero a vida, quero o intenso dos dias. Quero essa tal liberdade. Quero a vida. Com todo seu lado ruim, mas quero. Com todos os males, que venha. Quero!
Por que quando eu estiver lá na frente, quero ter o prazer de saber, de viver e dizer: Eu vivi. As dores, as lagrimas, as fraquezas, a queda, o riso, a força e o levantar. Eu vivi.
Que venha a vida, eu quero ter prazer na presença das pessoas, eu quero a vida.

ps. Soou casada e por enquanto feliz. Não sei até quando, mas vou viver.
ps.2 Não acredito no para sempre... acredito no hoje.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Meu momento, meu casamento, meu café..tudo meu.

Aqui estou. Sozinha, portanto acompanhada, por alguém que me toca, mas não sinto nada.
Diante das coisas da casa, meu computador, meu café, meus livros, o silêncio. Na compania de quem me faz rir, meu gato de estimação. Que sobe em mim quando se inquieta com o barulho do teclado. Pede atenção. Morde minhas maõs, tentando me impedir, ele só quer carinho e atenção. Afago!
Sinto frio. Tenho dúvidas. Quero o toque, pelo menos do telefone. Já que o fisico não tens.
O meu café está frio. Frio está meu coração. Quente só os bichos, meu gato, minha cadela que me olha e pede carinho e atenção. Ah, que carência esses bichos! Tal como a dona.
Sinto meus livros me chamarem, a prova...são tantos autores. Ouço sua voz, marido a me chamar, não vou. A resposta, é sempre a mesma, ok. Tudo bem. Tanto faz.
Prefiro os livros, os bichos, o silêncio. O café.
O que a vida me oferece? Posso? Devo? Porque tantas perguntas? Pra que? Pra que?
Gostaria de ter coragem, de ir, ouvir o amor me chamando, e ir. Tem amor ai? Minha razão diz: Tudo ilusão. É uma fase. Casamentos tem dessas coisas. Essa monotonia, esse tédio.. é como uma musica do legião urbana (...) uma febre que não passa e meu sorriso sem graça. Assim que me sinto. Como se estivesse com uma febre dentro de mim. Porque quando estou longe, não vejo graça em nada desse meu mundo de tudo.
Amor? Onde está? Longe. Longe. Quero um sim. Quero sim. Quero viver crendo no sim. Amor? Não. Não. Longe ele está.
Aqui estou, desiludida, entediada. Vou aos meus livros, vou pro meu café. Vou.. e se o amor me chamar um dia, eu vou.
Não sinto o amor. Deveria?